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Manifesto Educar para um outro Amanhã, Já!

As petições expressam opiniões. Discordar de uma petição ou achar que não faz sentido não é motivo para denúncia, e essas denúncias são encerradas automaticamente. Denuncie uma petição apenas se esta violar a lei ou as nossas Regras da Comunidade, por exemplo discurso de ódio, difamação de uma pessoa ou organização, divulgação de informação privada ou fraude. Não verificamos se as alegações numa petição são verdadeiras; o autor é responsável por elas.

Esta denúncia vai para as pessoas que gerem este site, não para o autor da petição nem para qualquer autoridade. Se tiver uma pergunta ou comentário para o autor, envie-lhe uma mensagem.

Por que está a denunciar isto?
O que há de errado com o nome?
Por favor, diga-nos no campo de texto abaixo o que o leva a pensar isso.

As petições expressam opiniões. Discordar de uma petição ou achar que não faz sentido não é motivo para denúncia, e não removemos petições por haver pessoas que se opõem a elas.

Se enviar isto, a sua discordância fica registada e a denúncia é encerrada automaticamente sem qualquer ação; a decisão é enviada para o seu endereço de email. Se o conteúdo violar a lei ou as nossas Regras da Comunidade, escolha antes essa opção acima.

Também pode criar a sua própria petição ou contactar o autor.

A alegação falsa refere-se a si, à sua organização ou a outra pessoa ou organização identificável?

Não verificamos se as alegações numa petição são verdadeiras; o autor é responsável por elas. Se enviar isto, fica registado e a denúncia é encerrada automaticamente sem qualquer ação; a decisão é enviada para o seu endereço de email.

Pode criar a sua própria petição com a informação que considera correta, ou contactar o autor.

Uma alegação falsa sobre uma pessoa ou organização identificável é difamação, e nós atuamos nesse caso.

Continuar: denunciar difamação

A quem se refere o conteúdo?
A pessoa a que o conteúdo se refere é um político, um decisor ou outra figura pública?
O que é que o conteúdo critica?

A crítica pública a forma como um político ou decisor atua no exercício da sua função pública é permitida, mesmo quando os factos são antigos. O facto de um assunto ser antigo não é, por si só, motivo para remoção. Ainda assim, podemos atuar sobre uma alegação falsa acerca da pessoa ou sobre outro conteúdo ilegal.

Se o assunto for antigo ou já não for atual, o melhor é contactar diretamente o autor da petição. O autor pode remover a petição por qualquer motivo; nós não podemos.

A pessoa a que o conteúdo se refere é um político, um decisor ou outra figura pública?
O que é que o conteúdo critica?

A crítica pública a forma como um político ou decisor atua no exercício da sua função pública é permitida, mesmo quando os factos são antigos. O facto de um assunto ser antigo não é, por si só, motivo para remoção. Ainda assim, podemos atuar sobre uma alegação falsa acerca da pessoa ou sobre outro conteúdo ilegal.

Se o assunto for antigo ou já não for atual, o melhor é contactar diretamente o autor da petição. O autor pode remover a petição por qualquer motivo; nós não podemos.

Não verificamos se as alegações numa petição são verdadeiras; o autor é responsável por elas. Atuamos sobre uma alegação falsa quando esta diz respeito a uma pessoa ou organização identificável. Se simplesmente discordar da alegação, pode criar a sua própria petição ou contactar o autor.

Clique nas frases falsas no texto da petição.

Que passagem exatamente é discurso de ódio? Clique nas frases no texto da petição.

Que passagem exatamente apela à violência? Clique nas frases no texto da petição.

Que passagem exatamente glorifica ou incita o terrorismo? Clique nas frases no texto da petição.

Que passagem exatamente assedia ou intimida alguém? Clique nas frases no texto da petição.

Que passagem exatamente revela informações privadas? Clique nas frases no texto da petição.

Que passagem exatamente acusa alguém de um crime? Clique nas frases no texto da petição.

Que passagem exatamente apela à pena de morte ou à tortura? Clique nas frases no texto da petição.

As frases consecutivas são agrupadas numa única alegação. Clique novamente numa frase para a remover.

Manifesto Educar para um outro Amanhã, Já!

Nos últimos sete anos, temos vindo a conhecer através dos meios de comunicação portugueses e internacionais, os modos pelos quais muitas mulheres, crianças e jovens, com diferentes origens étnico-raciais, nacionalidades e classes sociais, podem ser tratadas em Portugal, quando sofrem racismo, xenofobia, misoginia, classismo, capacitismo, privação materna, entre outras violências. Quando as mulheres vítimas conseguem ter a coragem para denunciar as agressões sofridas às entidades competentes, são estruturalmente tornadas agressoras por parte das pessoas que lhes agrediram perante o sistema judicial e acabam por padecer através de violências processuais, que nem sempre conseguem dar conta, devido aos custos financeiros e ao sofrimento psicológico que acarretam. Quanto às crianças e aos jovens vítimas, acabam por ser obrigados a lidar desde cedo com depressões, medos, revitimizações institucionais, ineficácia da justiça, inexistência da empatia humana, violações dos seus direitos fundamentais consagrados nacionalmente e internacionalmente.

Cláudia Simões, mulher negra, luso-angolana, foi gravemente violentada em 2020, em frente da sua filha com 7 anos de idade, por parte de um agente policial da segurança portuguesa, no âmbito de uma situação onde Cláudia Simões tinha se esquecido do passe de transporte da sua filha em casa. “Foi ilegalmente detida, algemada, agredida, insultada e conduzida num veículo da PSP para a esquadra”, um reconhecimento do Ministério Público Português sobre o sucedido, que a jornalista Paula Cardoso refere na crónica “Tribunal dos Horrores – A Violência Contra Cláudia Simões Continua” (Setenta e Quatro, 9/11/2023). Independente do reconhecimento do MP, o facto é que Cláudia Simões está a ser julgada atualmente, como se tivesse sido ela a pessoa agressora em 2020, está a ser revitimizada institucionalmente.

Recentemente, em 28/11/23, a jornalista e estudante Grazielle Tavares, de nacionalidade brasileira, que está em Portugal há um mês e meio a estudar, foi gravemente violentada por um colega, de nacionalidade portuguesa, através de um soco na boca, de uma rasteira e de um chute na barriga, em frente à sala de aula, na presença de colegas e de uma professora, na Universidade do Minho. De acordo com a matéria jornalística A real de Portugal: “Dei-lhe um soco na boca”, de Vicente Nunes (Correio Braziliense, 30/11/2023) o colega agressor de Grazielle Tavares, se assumiu enquanto vítima, proferiu que não foi detido pelos agentes policiais da segurança portuguesa que se deslocaram ao local e que aguardaria pela justiça.

Sabemos que a educação, precede à justiça. Há sempre a existência de alguém que transmite para alguém os seus conhecimentos que foi adquirindo de acordo com o seu percurso de vida. Sabemos que a educação é o pilar de toda e qualquer sociedade humana na Terra. E é justamente por isso, que temos a necessidade de cuidar com afeto e de dignificar professores e professoras, na sua diversidade cultural, mas também temos a necessidade de trabalhar com afinco pedagogicamente, em todos os percursos escolares, com uma perspetiva antirracista, para que as salas de aulas e outros espaços educacionais, não se tornem lugares propagadores de massacres psicológicos, verbais ou físicos.

Portugal sempre foi um território de emigrantes. 20% de pessoas nascidas em Portugal, vivem no exterior (ONU, 2022). A comunidade brasileira a residir no país atualmente, constitui quase 400 mil pessoas (SEF, 2023). Em 2022, a força trabalhadora imigrante contribuiu para a segurança social portuguesa em 1.500 milhões de euros (Catarina Marcelino, ISS – Audição no Parlamento, 2023).

À luz dos tempos que correm e, uma vez que mulheres, crianças e jovens da comunidade brasileira em Portugal têm sido atingidas ferozmente pelas práticas de racismo, racismo científico, machismo, xenofobia, misoginia, privação materna, violência obstétrica, assédio moral, assédio sexual, entre outras violências, é necessário e fundamental que sejam tomadas medidas institucionais, governamentais, tanto de Portugal, como do Brasil, a fim de que se possa desenvolver projetos nos âmbitos da educação formal e da educação não – formal, da cultura, que visem trabalhar sensivelmente, historicamente e artisticamente estas questões. Implementar campanhas de sensibilizações na área da publicidade institucional. Reestruturar o setor da justiça, com o objetivo de não revitimizar mulheres, crianças e jovens vítimas de violências discriminatórias e de responsabilizar as pessoas agressoras por seus atos, de modo que possam se consciencializar que as suas ações terão consequências no âmbito da justiça portuguesa.

Para aprendermos algo sobre o nosso passado em comum, é imprescindível o pensamento crítico. De nada nos servirá continuar a romantizar os genocídios, africano e indígena, iniciados pelos portugueses do outrora há 5 séculos e o colonialismo português em África, no século XX. Todas as mulheres, crianças e jovens que integram a CPLP – Comunidades dos Países de Língua Portuguesa, devem ter os seus direitos fundamentais devidamente salvaguardados no território português. Se trata de educar para um outro amanhã, já! Se trata de efetuar o pagamento de uma dívida, que existe e que é histórica.

Não haverá sustentabilidade ambiental, sem justiça social e transformação educacional. Necessitamos de trilhar por caminhos onde possamos nos amar, ao invés de nos odiar, dado que o ódio se traduz em consequências nefastas e já tivemos inúmeras demonstrações, como nas recentes trajetórias políticas dos EUA e do Brasil ou na barbárie que está a decorrer em Gaza. Na Uganda, no Congo, na Ucrânia.

Conclamamos a todas, todos e todes a assinar o presente Manifesto. Juntas, juntos e juntes poderemos transformar, educacionalmente, o atual estado de coisas através do exercício da nossa cidadania.

Alguns links relevantes enquanto referências:

https://blogs.correiobraziliense.com.br/vicente/a-real-de-portugal-brasileira-leva-soco-na-cara-dentro-da-universidade-do-minho/amp/

https://setentaequatro.pt/cronica/tribunal-dos-horrores-violencia-contra-claudia-simoes-continua

https://tab.uol.com.br/noticias/redacao/2023/11/01/os-castigos-e-maus-tratos-a-brasileiros-nas-escolas-de-portugal.htm

https://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2023/08/23/hospital-portugal-retem-bebe-mae-brasileira.htm

https://amp.sicnoticias.pt/pais/2023-05-30-Mulher-condenada-continua-a-trabalhar-na-Seguranca-Social-a903b028

https://afrolis.pt/racismo-xenofobia-e-ou-sexismo-consequencias-na-vida-de-criancas-e-jovens-nos-ambitos-educacionais/

https://portocanal.sapo.pt/noticia/321563

https://www.publico.pt/2019/04/29/sociedade/noticia/acto-xenofobia-leva-protesto-estudantes-brasileiros-faculdade-direito-1870928

http://portal.amelica.org/ameli/jatsRepo/346/3461397001/html/

https://g1.globo.com/mundo/noticia/2016/03/brasileira-em-portugal-perde-guarda-da-filha-pai-acusado-de-abuso.html

https://www.dn.pt/sociedade/amp/tribunal-direitos-humanos-considera-retirada-de-criancas-ilegal-5031983.html

Clique nas frases falsas no texto da petição.

Que passagem exatamente é discurso de ódio? Clique nas frases no texto da petição.

Que passagem exatamente revela informações privadas? Clique nas frases no texto da petição.

Que passagem exatamente é conteúdo terrorista ou extremista? Clique nas frases no texto da petição.

As frases consecutivas são agrupadas numa única alegação. Clique novamente numa frase para a remover.

Manifesto Educar para um outro Amanhã, Já!

Nos últimos sete anos, temos vindo a conhecer através dos meios de comunicação portugueses e internacionais, os modos pelos quais muitas mulheres, crianças e jovens, com diferentes origens étnico-raciais, nacionalidades e classes sociais, podem ser tratadas em Portugal, quando sofrem racismo, xenofobia, misoginia, classismo, capacitismo, privação materna, entre outras violências. Quando as mulheres vítimas conseguem ter a coragem para denunciar as agressões sofridas às entidades competentes, são estruturalmente tornadas agressoras por parte das pessoas que lhes agrediram perante o sistema judicial e acabam por padecer através de violências processuais, que nem sempre conseguem dar conta, devido aos custos financeiros e ao sofrimento psicológico que acarretam. Quanto às crianças e aos jovens vítimas, acabam por ser obrigados a lidar desde cedo com depressões, medos, revitimizações institucionais, ineficácia da justiça, inexistência da empatia humana, violações dos seus direitos fundamentais consagrados nacionalmente e internacionalmente.

Cláudia Simões, mulher negra, luso-angolana, foi gravemente violentada em 2020, em frente da sua filha com 7 anos de idade, por parte de um agente policial da segurança portuguesa, no âmbito de uma situação onde Cláudia Simões tinha se esquecido do passe de transporte da sua filha em casa. “Foi ilegalmente detida, algemada, agredida, insultada e conduzida num veículo da PSP para a esquadra”, um reconhecimento do Ministério Público Português sobre o sucedido, que a jornalista Paula Cardoso refere na crónica “Tribunal dos Horrores – A Violência Contra Cláudia Simões Continua” (Setenta e Quatro, 9/11/2023). Independente do reconhecimento do MP, o facto é que Cláudia Simões está a ser julgada atualmente, como se tivesse sido ela a pessoa agressora em 2020, está a ser revitimizada institucionalmente.

Recentemente, em 28/11/23, a jornalista e estudante Grazielle Tavares, de nacionalidade brasileira, que está em Portugal há um mês e meio a estudar, foi gravemente violentada por um colega, de nacionalidade portuguesa, através de um soco na boca, de uma rasteira e de um chute na barriga, em frente à sala de aula, na presença de colegas e de uma professora, na Universidade do Minho. De acordo com a matéria jornalística A real de Portugal: “Dei-lhe um soco na boca”, de Vicente Nunes (Correio Braziliense, 30/11/2023) o colega agressor de Grazielle Tavares, se assumiu enquanto vítima, proferiu que não foi detido pelos agentes policiais da segurança portuguesa que se deslocaram ao local e que aguardaria pela justiça.

Sabemos que a educação, precede à justiça. Há sempre a existência de alguém que transmite para alguém os seus conhecimentos que foi adquirindo de acordo com o seu percurso de vida. Sabemos que a educação é o pilar de toda e qualquer sociedade humana na Terra. E é justamente por isso, que temos a necessidade de cuidar com afeto e de dignificar professores e professoras, na sua diversidade cultural, mas também temos a necessidade de trabalhar com afinco pedagogicamente, em todos os percursos escolares, com uma perspetiva antirracista, para que as salas de aulas e outros espaços educacionais, não se tornem lugares propagadores de massacres psicológicos, verbais ou físicos.

Portugal sempre foi um território de emigrantes. 20% de pessoas nascidas em Portugal, vivem no exterior (ONU, 2022). A comunidade brasileira a residir no país atualmente, constitui quase 400 mil pessoas (SEF, 2023). Em 2022, a força trabalhadora imigrante contribuiu para a segurança social portuguesa em 1.500 milhões de euros (Catarina Marcelino, ISS – Audição no Parlamento, 2023).

À luz dos tempos que correm e, uma vez que mulheres, crianças e jovens da comunidade brasileira em Portugal têm sido atingidas ferozmente pelas práticas de racismo, racismo científico, machismo, xenofobia, misoginia, privação materna, violência obstétrica, assédio moral, assédio sexual, entre outras violências, é necessário e fundamental que sejam tomadas medidas institucionais, governamentais, tanto de Portugal, como do Brasil, a fim de que se possa desenvolver projetos nos âmbitos da educação formal e da educação não – formal, da cultura, que visem trabalhar sensivelmente, historicamente e artisticamente estas questões. Implementar campanhas de sensibilizações na área da publicidade institucional. Reestruturar o setor da justiça, com o objetivo de não revitimizar mulheres, crianças e jovens vítimas de violências discriminatórias e de responsabilizar as pessoas agressoras por seus atos, de modo que possam se consciencializar que as suas ações terão consequências no âmbito da justiça portuguesa.

Para aprendermos algo sobre o nosso passado em comum, é imprescindível o pensamento crítico. De nada nos servirá continuar a romantizar os genocídios, africano e indígena, iniciados pelos portugueses do outrora há 5 séculos e o colonialismo português em África, no século XX. Todas as mulheres, crianças e jovens que integram a CPLP – Comunidades dos Países de Língua Portuguesa, devem ter os seus direitos fundamentais devidamente salvaguardados no território português. Se trata de educar para um outro amanhã, já! Se trata de efetuar o pagamento de uma dívida, que existe e que é histórica.

Não haverá sustentabilidade ambiental, sem justiça social e transformação educacional. Necessitamos de trilhar por caminhos onde possamos nos amar, ao invés de nos odiar, dado que o ódio se traduz em consequências nefastas e já tivemos inúmeras demonstrações, como nas recentes trajetórias políticas dos EUA e do Brasil ou na barbárie que está a decorrer em Gaza. Na Uganda, no Congo, na Ucrânia.

Conclamamos a todas, todos e todes a assinar o presente Manifesto. Juntas, juntos e juntes poderemos transformar, educacionalmente, o atual estado de coisas através do exercício da nossa cidadania.

Alguns links relevantes enquanto referências:

https://blogs.correiobraziliense.com.br/vicente/a-real-de-portugal-brasileira-leva-soco-na-cara-dentro-da-universidade-do-minho/amp/

https://setentaequatro.pt/cronica/tribunal-dos-horrores-violencia-contra-claudia-simoes-continua

https://tab.uol.com.br/noticias/redacao/2023/11/01/os-castigos-e-maus-tratos-a-brasileiros-nas-escolas-de-portugal.htm

https://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2023/08/23/hospital-portugal-retem-bebe-mae-brasileira.htm

https://amp.sicnoticias.pt/pais/2023-05-30-Mulher-condenada-continua-a-trabalhar-na-Seguranca-Social-a903b028

https://afrolis.pt/racismo-xenofobia-e-ou-sexismo-consequencias-na-vida-de-criancas-e-jovens-nos-ambitos-educacionais/

https://portocanal.sapo.pt/noticia/321563

https://www.publico.pt/2019/04/29/sociedade/noticia/acto-xenofobia-leva-protesto-estudantes-brasileiros-faculdade-direito-1870928

http://portal.amelica.org/ameli/jatsRepo/346/3461397001/html/

https://g1.globo.com/mundo/noticia/2016/03/brasileira-em-portugal-perde-guarda-da-filha-pai-acusado-de-abuso.html

https://www.dn.pt/sociedade/amp/tribunal-direitos-humanos-considera-retirada-de-criancas-ilegal-5031983.html

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