Boicote à Zara - contra o trabalho escravo!

Neste Natal, diga NÃO ao trabalho escravo!

Não compre na Zara 

Recentemente, o Ministério Público do Trabalho (MPT) de São Paulo encontrou casos de trabalho análogo à escravidão em confecções contratadas pela empresa Zara, grife espanhola de grande aceitação no mercado brasileiro. Contratações ilegais, trabalho infantil, discriminação étnica de indígenas, jornadas exaustivas de até 16 horas diárias e cerceamento de liberdade foram algumas das condições encontradas em confecções fornecedoras da rede de lojas. 

Contudo, a grife não aceitou pagar pelos danos morais coletivos e não quer responsabilizar-se pelas empresas terceirizadas, apesar de ser responsável pela contratação destas empresas e do gerenciamento da produção. É no mínimo duvidoso o fato de uma empresa de grande porte contratar um determinado tipo de serviço sem saber quem está contratando.

Se a escravidão do passado hoje é considerada ultrajante, torna-se inadmissível que práticas escravagistas continuem a acontecer no presente, estimuladas por conglomerados empresariais.

Em nível mundial têm sido freqüentes os movimentos populares que visam protestar contra mazelas e tiranismos, seja no plano empresarial – como o Occupy Wall Street –, seja no plano político – como a Primavera Árabe. Isto, para citar alguns.

Também no Brasil, parece haver uma nova consciência no ar. Na sexta-feira, 9 de dezembro, durante a entrega do Prêmio Direitos Humanos 2011, a presidenta Dilma Rousseff reafirmou a orientação política do governo brasileiro pelo respeito aos direitos humanos. Não há país desenvolvido e civilizado, com potencial econômico mundial, se os direitos humanos não forem respeitados.

Assim, na qualidade de consumidores e, acima de tudo, de cidadãos e cidadãs brasileiros/as, nós, abaixo-assinados, nos colocamos contra a exploração do trabalho escravo e defendemos um BOICOTE à loja Zara enquanto as medidas legais não forem adotadas e a situação não for resolvida, seja através de acordo da empresa com o Ministério Público do Trabalho (MPT) ou, em último caso, através de ação judicial que faça com que esta multinacional assuma publicamente sua cota de responsabilidade e pague o que for devido.

Contra todas as formas de EXPLORAÇÃO, DOMINAÇÃO E ESCRAVIDÃO e pela garantia dos DIREITOS HUMANOS!

Grupo Liberdade de Direitos Humanos


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