MEMBROS DESEJAM PARTICIPAÇÃO MAIS DEMOCRÁTICA NAS ELEIÇÕES DA IECLB EM 2022

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Para:

- Conselho da Igreja (CI).
- Concílio da IECLB

Considerando os seguintes fatos que vem envolvendo a IECLB - Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, aos quais a Presidência (2019-2022) e Conselho Nacional da Igreja (CI) mostram-se muitas vezes (para não dizer sempre) passivos e complacentes:


- A visita do 2º pastor vice-presidente Inácio Lemke, ao então preso ex-presidente Lula, o que levou até mesmo a manifestação formal dos demais ministros em 2018 (anexo);

- A participação da Pa. Lusmarina Campos Garcia na audiência pública promovida pelo Supremo Tribunal Federal (STF) acerca da proposta da descriminalização do aborto, posteriormente a participação da mesma no desfile das escolas de samba através da Escola Mangueira como "representante dos luteranos", onde claramente usavam a imagem cristã e o Nome de Jesus para militância política, e mais recentemente novamente em 6 de março de 2020 a participação desta em encontro com Ex-presidente Lula juntamente com outros "representantes religiosos" (para nas suas próprias palavras: "discutir a questão da desigualdade e o papel das igrejas no combate à desigualdade");

- A moção movida pelo Sínodo Centro-Sul Catarinense onde foi apresentada e aprovada a indicação para saída da IECLB do CONIC (Conselho Nacional de Igrejas) por causa de seus posicionamentos políticos e partidários já a alguns anos; (anexo)

- A manifestação formal dos Pastores Sinodais Claudir Burgann (Sínodo Norte Catarinense) e Joel Schlemper (Sínodo Centro-Sul Catarinense) manifestam posicionamentos sobre o "Ecumenicidade na Igreja" e convocando lideranças e ministros a reflexão. (anexo)

- A manifestação de vários Pastores Sinodais de todo âmbito nacional da IECLB quanto a linha ideológica que foi aplicada na IECLB e exposta principalmente nas datas comemorativas citadas "SOUC 2021" e "Dia das Mães" algo que se tornou corriqueiro e que claramente demonstram o interesse da aplicação de uma "Nova teologia da Inclusão de Tudo" já demostrada em outros momentos por "ministros militantes". (anexo)

- A agenda progressista instalada nos últimos anos e que hoje se mostra cada vez mais clara através de ações feitas ou apoiadas pela igreja através de orgãos como FLD (CAPA E COMIN)  e CONIC entre outras; (Ideologia de Gênero, MST, ativismo ambiental)

Todos esses fatos demostram claramente a falta de alinhamento e diálogo entre Presidência eleita (2019-2022) e outros cargos nacionais, para com os membros da IECLB,  onde muitas vezes a Presidência mostra-se PASSIVA e até mesmo simpática a tais manifestações e posicionamentos citados acima, aos quais não toma qualquer atitude ou providência mesmo causando grande repercussão e cobranças através das redes, em contraponto costuma acusar de "discurso de ódio" qualquer grupo que questione ou cobre ações de correção na igreja.

Isso tudo é resultado de um processo eletivo POUCO DEMOCRÁTICO onde existe muita articulação e intervenção para que sejam afastados todas as lideranças que não estão alinhadas com a AGENDA PROGRESSITA defendida por aqueles que já ocupam cargos na IECLB e principalmente por ministros que já demonstraram diversas vezes seu viés político-partidário.

POR ESSE MOTIVO PEDIMOS ATRAVÉS DESTA, QUE EM 2022 OS MEMBROS DA IECLB SEJAM OUVIDOS DIRETAMENTE NAS ELEIÇÕES NACIONAIS DA IECLB, TORNANDO AS ELEIÇÕES MAIS DEMOCRÁTICAS, dando aos membros da IECLB uma "cadeira" (um voto) diretamente no Concílio da Igreja deste ano de 2022. Isso pode ser feito através do APP da Igreja recém lançado pela IECLB e a participação não seria obrigatória.

Para quem quiser etender os detalhes de como funcionam as eleições na IELCB tera acesso através do Regimento Interno da IECLB (que para um leigo pode parecer bastante complexo): https://www.luteranos.com.br/conteudo_organizacao/governanca-suporte-normativo/regimento-interno-da-ieclb-1






ANEXOS:

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Após visita do pastor Inácio Lemke, 2º pastor vice-presidente da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil - IECLB, ao ex-Presidente Lula, ministros e ministras da IECLB enviaram manifestação ao Conselho da Igreja Luterana.

Manifestação quanto a política partidária na igreja
Para:

- P. Dr. Nestor Paulo Friedrich,
- Secretaria Geral da IECLB,
- Conselho da Igreja

Como lideranças cristãs, nós, ministros e ministras da IECLB, reconhecemos a pluralidade social e a diversidade, inclusive em questões políticas, do povo de Deus. Mediante este simples fato repudiamos a instrumentalização da igreja para fins político-partidários, seja de qual viés político-ideológico for. O fazemos pelos danos que estes podem causar à igreja como corpo. Falar em nome deste corpo exige seriedade e deve ser resultado de uma profunda reflexão anterior. Por essa razão, não podemos concordar em que uma pessoa, ordenada ao ministério eclesiástico ou não, mesmo inserida no Sacerdócio de Cristo, faça uso da palavra como representante deste corpo.

Infelizmente, foi o que aconteceu com a entrevista posterior a visita feita ao ex-presidente Lula pelo P. Inácio Lemke, P. Sinodal do Sínodo Norte Catarinense e 2º P. Vice-Presidente da IECLB. O problema não é a visita em si, mas as entrevistas e as falas do referido pastor, que, ao invés de levar uma palavra de esperança a partir do Evangelho de Jesus Cristo, sai “cheio de esperança” pelo que ouviu do ex-presidente. É claro que seria possível interpretar isso de diversas formas. No entanto, justamente pelo amplo leque de interpretações, causa dano ao corpo da igreja. A tarefa “profética”, tão presente nas Escrituras e sempre necessária deve apontar e estar sob senhorio de Jesus Cristo, o Senhor da Igreja, de forma que não gere mácula a presença de Cristo enquanto igreja/corpo presente.

Por essa razão, endossamos aquilo que está no Estatuto do Ministério com Ordenação (EMO) no intuito de reger nossas ações dentro do contexto de comunidades, paróquias e sínodos. Sendo assim, o claro e confessado partidarismo e militância política, agravado pela promessa pública de levar a causa política para dentro do corpo da igreja, agride frontalmente ao EMO em seu Art. 44: Em questões político-partidárias, a ministra ou o ministro atuará com o devido resguardo do seu ministério e do seu CAM, sem, entretanto, renegar a tarefa de promover o bem-estar do ser humano à luz do Evangelho. Parágrafo único. As preferências partidárias pessoais da ministra e do ministro não deverão prejudicar o bom relacionamento dos membros da Comunidade, entre si, e a sua convivência com o CAM”. Também o Art. 3º, p. 2º reza: “ ... III - assuma o compromisso expresso de exercer o ministério, mediante: a) observação da base confessional da IECLB, conforme estabelecida em sua Constituição; b) cumprimento dos deveres inerentes ao exercício do respectivo ministério específico, estabelecidos por este estatuto; c) sujeição às normas do documento Doutrina e Ordem da IECLB; d) observação e cumprimento dos demais documentos, que estabelecem a ordem da e na IECLB; ...”; E, de acordo com o que reza o Art 9º do OJD, o P. Inácio Lemke comete no mínimo as seguintes infrações: “... II - de natureza grave: a) a conduta incompatível com os princípios do evangelho, com a ética cristã, ou com a função que exerce; b) a ofensa à confessionalidade; c) causar divisão e rupturas no seio de comunidades, paróquias, sínodos ou da própria Igreja;

Além disso, nós, enquanto ministras e ministros, estamos sendo constantemente questionados por causa de tal atitude do colega pastor. Há membros ameaçando desligamento das comunidades, outros informando que retirarão suas contribuições, e pessoas de fora do quadro de membros caluniando as nossas comunidades e paróquias. As bases das comunidades estão sentindo o resultado direto que esta atitude irresponsável causou. Como ser uma igreja missionária se uma liderança escolhida e que ocupa o cargo de Pastor Sinodal e 2º Vice-Presidente da IECLB consegue construir uma imagem tão negativa ao assumir uma posição político-partidária militante?

Diante disso, como ministros e ministras da IECLB conclamamos uma resposta da Presidência da Igreja, clara e oficial, pra termos respaldo nos questionamentos de membros das Comunidades, mas também da sociedade como um todo.
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